Publicação Bimestral do Curso de Jornalismo do Centro Universitário Barão de Mauá

GERAL

Cinema: decupagem clássica vs Dogma 95

Os samurais invadem Ribeirão

Começar de novo

Um estresse chamado TCC

As novas tendências para se relacionar

A música que vem do lixo

Guardadores de carro causam polêmica

Ribeirão recebe dinheiro para combater enchentes

Novos projetos movimentam a agência-escola ELO

Morte do Papa

À espera da primeira chance

A popularização da cirurgia plástica

Carnabeirão

Paulistas gastam R$132 milhões por mês com cigarros

Planejamento: o segredo do sucesso empresarial

Ribeirão tem 14 casos de coqueluche

Mercado informal cresce e pode causar prejuízo

As mulheres invadem o mundo dos automóveis

Cursos de pós-graduação

Skate mobiliza jovens em Ribeirão

Superpopulação de pombos

Uma homenagem aos fãs do Capital Inicial

Celular vira moeda

Humanizar ambientes melhora o dia-a-dia nas empresas

Ribeirão estará nas telas dos cinemas

Combustíveis na mira da fiscalização

Crônica: Coisas de mulher

Teste de HIV: como, onde e porque fazê-lo

Crônica: Um dia daqueles

EDITORIAL E ARTIGOS

Os novos rumos da educação superior

A formação científica na escola

Assim comunica a humanidade

O Brasil precisa esta reforma

Expediente

Errata da versão impressa

Celular vira moeda


Antônio Carlos Marinheiro Júnior

 

Ribeirão Preto vive uma onda de assaltos em lojas de telefones celulares. Só no mês de março, foram mais de três estabelecimentos roubados. Isto reforça o fato de esse tipo de crime vem crescendo a cada ano e cada vez mais.
“Celular virou moeda”, diz a proprietária de uma loja que não quis ser identificada por medo de represálias. “Eles chegaram pedindo os aparelhos mais caros”, conta o funcionário que foi a principal vitima do assalto.
O comércio de telefonia toma providências para garantir a segurança, com a contratação de seguranças e instalação de câmeras dentro das lojas. “Não sei o que posso fazer mais. Daqui a algum um tempo, terei que trabalhar como uma agência bancária, com aquelas portas giratórias e com seguranças armados, em que o cliente passa por um detector de metais e, na maioria das vezes, deixa seus pertences”, reclama a empresária assaltada. “A única coisa que posso pedir é uma atenção maior das autoridades para que possamos trabalhar em paz”.
Do lado do público, a recomendação para evitar o risco de comprar um equipamento roubado é efetuar a compra de celulares somente em lojas credenciadas e com a exigência de nota fiscal. A orientação é que os aparelhos não sejam comprados em locais ou de pessoas duvidosas.